e-ISSN: 2316-2449
Diretrizes Éticas
Atualização em 07/07/2026
A Revista Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea adota e observa as boas práticas internacionais de integridade científica e ética na publicação, alinhando-se às diretrizes do Committee on Publication Ethics (COPE), do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE) e aos princípios das Declarações de Singapura e de Hong Kong sobre integridade em pesquisa. Autores, editores e pareceristas comprometem-se a cumprir estas diretrizes em todas as etapas do processo editorial.
4.1 Ética em pesquisa
Pesquisas que envolvam seres humanos devem observar a Declaração de Helsinque e, no Brasil, as Resoluções nº 466/2012 e nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde (CNS/CONEP). Quando aplicável, a revista solicita, no ato da submissão, a cópia do parecer de aprovação emitido por Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) e o respectivo número de CAAE. Pesquisas com animais devem seguir as normas éticas pertinentes. Estudos que envolvam populações vulneráveis, dados sensíveis ou informações confidenciais exigem consentimento livre e esclarecido e medidas adequadas de proteção dos participantes.
4.2 Responsabilidades dos autores
• Garantir a originalidade e o ineditismo do manuscrito e não submetê-lo simultaneamente a outro periódico.
• Assegurar a veracidade e a integridade dos dados, conservar os registros da pesquisa e disponibilizá-los quando solicitado.
• Citar e referenciar adequadamente todas as fontes e obter autorização para a reprodução de material de terceiros.
• Declarar conflitos de interesse e fontes de financiamento.
• Identificar a contribuição individual de cada autor (ver Política de Autoria e Contribuição).
• Comunicar imediatamente à editoria qualquer erro relevante identificado após a submissão ou a publicação, colaborando com correções ou retratações.
4.3 Responsabilidades dos editores
• Decidir sobre a publicação com base no mérito acadêmico, na relevância e na aderência ao escopo, sem discriminação de qualquer natureza.
• Assegurar a confidencialidade dos manuscritos e a isenção do processo de avaliação.
• Gerir conflitos de interesse próprios e dos pareceristas.
• Adotar providências diante de suspeitas de má conduta, seguindo os fluxogramas do COPE.
• Publicar correções, retratações e esclarecimentos sempre que necessário.
4.4 Responsabilidades dos pareceristas
• Avaliar os manuscritos de forma objetiva, construtiva e tempestiva, restringindo-se à sua área de competência.
• Manter a confidencialidade do material recebido e não utilizá-lo em benefício próprio.
• Declarar conflitos de interesse e recusar a avaliação quando houver impedimento.
• Apontar trabalhos relevantes não citados e alertar a editoria sobre semelhanças substanciais com outras obras.
• Não submeter manuscritos sob avaliação a ferramentas de IA generativa de acesso público (ver Política de Inteligência Artificial).
4.5 Conflito de interesses
Entende-se por conflito de interesses qualquer relação financeira, pessoal, acadêmica ou institucional que possa influenciar — ou aparentar influenciar — o julgamento sobre o manuscrito. Autores, editores e pareceristas devem declarar tais situações. Conflitos identificados antes ou depois da publicação são tratados de forma transparente, podendo resultar em nota de esclarecimento, correção ou retratação.
4.6 Plágio, autoplágio e detecção de similaridade
A revista não tolera plágio, autoplágio (reaproveitamento substancial de texto próprio sem a devida indicação) nem publicação redundante ou fragmentada. Todos os manuscritos são submetidos à verificação de similaridade textual por meio de ferramentas de detecção de plágio (e.g.: CrossCheck, Copyspider). O índice de similaridade é apenas um indicador de proximidade entre textos: a caracterização de plágio cabe aos pareceristas e à editoria, considerando o contexto de cada ocorrência. Constatado o plágio, o manuscrito é rejeitado ou, se já publicado, retratado, com comunicação às instituições envolvidas quando cabível.
4.7 Correções, retratações e discussões pós-publicação
A revista mantém mecanismos de correção (errata), retratação e manifestação de preocupação (expression of concern), seguindo as recomendações do COPE. São permitidas discussões pós-publicação por meio de contato com a editoria, que avaliará as manifestações e adotará as providências cabíveis. Os registros publicados são preservados; eventuais alterações são sinalizadas de forma transparente, sem supressão do conteúdo original.
4.8 Compartilhamento de dados e reprodutibilidade
A revista incentiva o compartilhamento de dados, materiais e códigos que fundamentam os resultados, preferencialmente em repositórios públicos de acesso aberto (por exemplo, Zenodo, Figshare ou Dataverse), respeitadas as exigências éticas e de confidencialidade. Recomenda-se incluir, no manuscrito, uma declaração de disponibilidade dos dados.
4.9 Reclamações, contestações e alegações de má conduta
Reclamações e recursos relativos a decisões editoriais, à conduta da equipe editorial ou de autores podem ser encaminhados à editoria pelo e-mail pfcrevista@gmail.com. As manifestações são analisadas com imparcialidade e respondidas em prazo razoável. Alegações de má conduta em pesquisa são apuradas conforme os fluxogramas do COPE, assegurado o contraditório, podendo resultar em correção, retratação ou comunicação às instituições e aos financiadores envolvidos.
4.10 Propriedade intelectual
As práticas de direito autoral e de licenciamento estão descritas na política de direito autoral do periódico. A revista publica em acesso aberto sob licença Creative Commons, sendo os autores os detentores dos direitos autorais. A violação de direitos de terceiros — incluindo o uso não autorizado de texto, imagens ou dados — é considerada falta ética.
Referências de boas práticas: Committee on Publication Ethics (COPE) · Guia de Boas Práticas para o Fortalecimento da Ética na Publicação Científica (SciELO).






