e-ISSN: 2316-2449
Sobre a Revista
Atualização em 07/07/2026
Foco e Escopo
A revista Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea, ISSN 2316-2449, é de responsabilidade da Sociedade Brasileira de Psicopatologia Fenômeno-Estrutural (SBPFE). É publicada semestralmente. Seu escopo compreende toda a amplitude do movimento fenomenológico, em suas vertentes estrutural, existencial, descritiva ou transcendental, bem como suas bases filosóficas. Seu objetivo é aprimorar e aprofundar o conhecimento na esfera clínica e da existência humana em suas relações consigo mesmo, com o outro, com a temporalidade e a espacialidade. É um periódico de acesso aberto, publicado exclusivamente online. A Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea se declara aberta quanto à participação de autores alheios à instituição editora da revista.
Missão
A revista tem como missão divulgar trabalhos orientados pela perspectiva fenomenológica em psicopatologia com enfoque psiquiátrico, psicológico ou filosófico.
Público alvo
Psiquiatras, psicólogos, filósofos e demais estudantes ou profissionais interessados pela área da saúde mental na perspectiva fenomenológica.
Cobertura temática codificada de acordo com a classificação da CAPES: Áreas do conhecimento Psicologia (70700001) e Psiquiatria (40104001).
Periodicidade
A revista Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea tem periodicidade semestral com publicação nos meses junho e dezembro, recebendo artigos em fluxo contínuo durante todo o ano.
Histórico
A revista Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea foi fundada em 2012 como um movimento Sociedade Brasileira de Psicopatologia Fenômeno-Estrutural (SBPFE), encabeçado pelo seu presidente-fundador, o Prof. Dr. Guilherme Messas, com intenção e meta de desenvolver e difundir a psicopatologia fenomenológica no Brasil e no mundo. Desde sua criação, a revista tem se voltado ao tema publicando tanto traduções de artigos de autores clássicos da psicopatologia fenomenológica quanto artigos originais de autores contemporâneos e fomentando o desenvolvimento acadêmico de novos pesquisadores da área. Assim, a revista procura desenvolver uma abordagem temática de equilíbrio entre a tradição e inovação, publicando tanto textos clássicos, como propostas autorais e novos enfoques de pesquisa psicopatológica. Investindo na força do diálogo e na democracia do conhecimento, a revista PFC oferece acesso on-line de seu conteúdo e aceita publicações em português, inglês, espanhol, francês e italiano.
Com mais de uma década de experiência, a revista oferece um fértil campo de produção em psicopatologia no Brasil e no mundo, mantendo viva a proposta inicial de duas edições por ano. Podemos ressaltar, nesse período, duas edições especiais. Em 2016, como comemoração à realização do 18th International Conference on Philosophy, Psychiatry and Psychology no Brasil - INPP 2016, co-organizada pela SBPFE e a Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, foi realizada uma edição especial da revista com 11 artigos selecionados tendo a participação da Dra. Melissa Tamelini como editora associada. Já em 2018, uma nova edição especial foi realizada, agora como temática a tradução para o português do Examination of Anomalous World Experience (EAWE).
Além de seu fundador, a revista teve em seu quadro de editores a Profa. Dra. Virgínia Moreira (2016 e 2017). Atualmente os editores ligados ao Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo são o Dr. Flávio Guimarães-Fernandes (2018-atual), a Dra. Daniela Ceron-Litvoc (2018-atual) e o Dr. Gustavo Bonini Castellana (2020-atual). Ligado a Universidade de Fortaleza, temos o Dr. Lucas Guimarães Bloc.
Processo de Avaliação por Pares
Inicialmente, os manuscritos são avaliados pelos editores quanto à adequação do artigo em relação às normas e à linha editorial da revista. Aqueles que não se adequarem serão rejeitados e os autores serão informados sobre os motivos da recusa. Os trabalhos aprovados pelos editores são enviados para apreciação do Conselho Editorial – pelo menos dois revisores especialistas na área. O autor poderá escolher entre dois modelos de avaliação por pares (peer review). O primeiro modelo é a avaliação por pares duplo-cego, nesse modelo os parecistas não sabem quem é o autor, do mesmo modo que o autor não sabe quem são os parecistas. Porém, os autores poderão solicitar a avaliação aberta, em que autor e parecistas são identificados, desde que de comum acordo. Essa nova diretriz da revista se dá em consonância com as práticas de comunicação da Ciência Aberta, adotada por esse periódico. Durante o processo de avaliação, caso solicitado pelos editores, o autor poderá interagir com os parecistas para resolução de enventuais dúvidas acerca da revisão do artigo.
O editor poderá solicitar a contribuição de especialistas convidados, na qualidade de consultores/revisores ad hoc especialmente no caso de insuficiência de conhecimento por parte dos parecistas da revista em relação ao conteúdo específico de um artigo submetido ao periódico. A revista se declara aberta e estimula a participação de avaliadores e autores alheios à instituição editorial da revista. Os revisores podem sugerir modificações, correções, solicitar esclarecimentos e fazer recomendações. Os comentários dos revisores serão encaminhados aos autores para guiar a reestruturação do texto. Os autores podem enviar justificativas ou esclarecimentos sobre aspectos do manuscrito. A nova versão do artigo será encaminhada a nova rodada de avaliação pelos revisores. Este processo pode ser repetido algumas vezes, até que o manuscrito seja considerado adequado. A decisão sobre o aceite ou não do manuscrito será baseada nos pareceres dos revisores, consultores ad hoc e na análise dos editores. A decisão final em relação aos pareceres é registrada e de responsabilidade da equipe editorial.
Os autores serão notificados por e-mail sobre o aceite, a rejeição ou sobre a necessidade de modificações no texto. A necessidade de modificação do texto não implica necessariamente que o artigo será aceito, mas sim que será considerado para nova etapa de avaliação por parte dos parecistas que decidirão se após as modificações o artigo será ou não publicado. Os autores dos artigos aceitos para publicação serão notificados e receberão instruções referentes aos procedimentos editoriais. Os editores reservam-se o direito de introduzir pequenas alterações no texto durante o processo de editoração, para efeitos de padronização. Os trabalhos em avaliação não poderão ser submetidos a outras publicações, até que recebam uma notificação sobre o aceite ou rejeição na revista Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea. A média de tempo entre a submissão e a primeira resposta é de cinco semanas.
Os autores terão acesso a todas as avaliações e questionários referentes a seus artigos pois ficam disponíveis no sistema de submissão eletrônica da revista OJS. Também será informado no corpo do artigo publicado as datas do recebimento e da aprovação do artigo para publicação de modo a dar transparência em relação a prioridade dos autores.
Diretrizes para edições especiais ou conteúdo curado por editores convidados
A revista Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea adere integralmente aos criteriosos padrões estabelecidos pelo DOAJ para periódicos que publicam edições especiais ou conteúdo curado por editores convidados. A seguir, destacam-se os principais pontos que evidenciam nosso compromisso:
1) Responsabilidade Editorial:
Os editores são plenamente responsáveis pelo conteúdo integral da revista, abrangendo todas as edições especiais ou curadas por editores convidados, as quais estão alinhadas ao escopo do periódico.
2) Supervisão Editorial:
Os artigos das edições especiais, ou curadas por editores convidados, recebem a mesma supervisão editorial aplicada aos artigos regulares, incluindo revisão por pares externos, assegurando qualidade e validação do conteúdo.
3) Credenciais de Editores Convidados:
Garantimos que as credenciais dos editores convidados são minuciosamente verificadas e aprovadas, assegurando a experiência e qualificações adequadas ao escopo da edição.
4) Supervisão de Editores Convidados:
Os editores exercem supervisão sobre os editores convidados, garantindo o cumprimento das políticas editoriais e padrões éticos da revista. Os artigos submetidos por editores convidados passam por um processo de revisão envolvendo revisores externos para manter a imparcialidade e preservar a qualidade, bem como assegurar a diversidade de conteúdo. Esses artigos representam, no máximo, 25% do total da edição especial ou curada por editores convidados.
Política de repositório
Comprometida com o acesso aberto, a preservação digital e a ampla disseminação da produção científica, a Revista Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea permite e incentiva o autoarquivamento. Os autores podem depositar, sem restrições e sem período de embargo, todas as versões de seus manuscritos — preprint (versão submetida), postprint (versão aceita após a revisão por pares) e versão final publicada (versão de registro) — em repositórios de acesso aberto institucionais, temáticos, pessoais ou acadêmicos. Recomenda-se que o depósito da versão publicada inclua a referência completa, o DOI e a indicação da licença Creative Commons adotada pelo periódico, com link para a versão de registro no site da revista. Para registro e consulta pública das permissões de autoarquivamento, a política da revista pode ser descrita em serviços como o Diadorim. Esta política reforça o compromisso da revista com a Ciência Aberta e com a maximização do alcance e do impacto dos trabalhos publicados.
Política de Verificação de Plágio
A partir de 2021, todas as submissões aceitas passam por análise de plágio por meio do software Plagius. As submissões nas quais identificamos a presença de plágio e/ou autoplágio serão tratadas de acordo com as diretrizes do Comitê de Ética em Publicações (COPE).
Diretrizes Éticas
A revista Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea segue as recomendações do International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE) (www.icmje.org) em relação à autoria, conflitos de interesse e em relação a pesquisas envolvendo seres humanos. O número de aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, bem como a afirmação de que todos os sujeitos envolvidos (ou seus responsáveis) assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (Resolução MS/CNS/CNEP nº 466/12 de 12 de dezembro de 2012), no caso de pesquisas envolvendo seres humanos (assim como levantamentos de prontuários ou documentos de uma instituição), são obrigatórios e devem ser citados no texto.
Diretrizes para Autores
As diretrizes, as recomendações gerais assim como os templates para submissão e os exemplos de formatação estão disponíveis nas Diretrizes para Autores da revista.
Política de Acesso Aberto
Este é um periódico científico de acesso aberto, o que significa que todo o conteúdo está disponível gratuitamente, sem custo para o usuário ou sua instituição. Os usuários têm permissão para ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, ou usá-los para qualquer outra finalidade legal, sem solicitar permissão prévia do editor ou do autor. Da mesma forma, não cobra dos autores nenhuma taxa ou encargo referente ao processo de submissão, avaliação e edição. Todos os trabalhos publicados na revista são licenciados sob uma Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License. Os autores têm a permissão para depositar todas as versões de seus artigos em um repositório institucional.
Sobre a Licença
Todos os trabalhos publicados na revista são licenciados sob uma Licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License. Esta licença permite que os reutilizadores distribuam, remixem, adaptem e construam sobre o material em qualquer meio ou formato apenas para fins não comerciais e apenas enquanto a atribuição for dada ao criador.
Declaração de Direito Autoral
Os autores detém os direitos autorais sem restrições, devendo informar a publicação inicial nesta revista, em caso de nova publicação de algum trabalho.
Protocolo de interoperabilidade
A Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea segue padrões e protocolos de integração/interoperabilidade por meio do Open Archives Iniciative Protocol for Metadata Harvesting (OAI-PMH).
Arquivamento dos artigos
A revista tem habilitadas as opções de arquivamento (LOCKSS e CLOCKSS) que permitem armazenar e distribuir o conteúdo da revista em bibliotecas participantes. A revista é preservada digitalmente pela PKP Preservation Network (PKP PN).
Princípios de Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade (DEIA)
A Revista Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea compromete-se com os princípios de Diversidade, Equidade, Inclusão e Acessibilidade (DEIA) em todas as instâncias de sua gestão editorial e de sua produção científica. A revista repudia qualquer forma de discriminação por gênero, raça, etnia, nacionalidade, orientação sexual, identidade de gênero, deficiência, religião, idade, condição socioeconômica ou qualquer outro critério, e busca promover um ambiente acadêmico ético, plural e respeitoso.
Para concretizar esse compromisso, a revista adota, entre outras, as seguintes ações:
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Estimular a diversidade institucional e geográfica entre autores, pareceristas e membros do corpo editorial, valorizando a participação de pesquisadores de diferentes regiões e países.
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Promover a equidade de gênero na composição da equipe editorial e no conjunto de autores e avaliadores.
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Avaliar os manuscritos exclusivamente por seu mérito científico, em processo isento de vieses discriminatórios.
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Adotar comunicação inclusiva e linguagem respeitosa em suas publicações e canais.
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Ampliar a acessibilidade dos conteúdos — por exemplo, com títulos, resumos e palavras-chave traduzidos, arquivos legíveis por leitores de tela e atenção às recomendações de acessibilidade do Public Knowledge Project (PKP), disponíveis em docs.pkp.sfu.ca/accessibility-statement/pt.
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Garantir igualdade de oportunidades e tratamento respeitoso em todas as etapas do processo editorial.
Esses princípios articulam-se à política de Ciência Aberta da revista, reforçando o entendimento de que a produção e a comunicação científicas devem ser acessíveis e representativas da diversidade da comunidade acadêmica e da sociedade.
Política de Inteligência Artificial (IA)
A Revista Psicopatologia Fenomenológica Contemporânea reconhece o potencial das ferramentas de inteligência artificial (IA) na otimização dos processos editoriais e admite o seu uso responsável, desde que preservados os princípios de integridade, transparência e responsabilidade humana. Esta política aplica-se a autores, pareceristas e equipe editorial e está alinhada aos Critérios SciELO e ao Guia de uso de ferramentas e recursos de IA da SciELO.
Uso pelos autores
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Os autores podem utilizar ferramentas de IA como apoio à preparação, à redação, à revisão linguística e à tradução do manuscrito.
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O uso de IA deve ser declarado de forma transparente, informando-se a ferramenta utilizada e a finalidade, preferencialmente na seção de métodos (ou equivalente) e/ou nos agradecimentos. Todo conteúdo gerado por IA empregado na pesquisa deve ser informado.
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A IA não pode ser indicada como autora. A responsabilidade integral pelo conteúdo submetido — incluindo a veracidade dos dados, a exatidão das análises, a originalidade e a adequação ética — é exclusivamente dos autores humanos.
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Os autores devem verificar a precisão de qualquer texto, dado ou referência produzido com auxílio de IA, uma vez que essas ferramentas podem gerar informações incorretas ou referências inexistentes.
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Ocultar o uso de IA constitui falha ética, por violar os princípios de transparência e honestidade na pesquisa.
Uso pelos pareceristas
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A avaliação por pares é atividade de responsabilidade humana e de natureza confidencial.
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É vedado inserir manuscritos, no todo ou em parte, em ferramentas de IA generativa de acesso público, sob pena de violar a confidencialidade do processo.
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Eventual uso de IA como apoio deve observar as orientações da editoria e ser declarado, permanecendo o parecerista plenamente responsável pelo conteúdo e pelas conclusões do parecer.
Uso pela equipe editorial
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A equipe editorial pode empregar ferramentas de IA como apoio em atividades como triagem, verificação de conformidade ao escopo, atribuição de metadados, identificação de similaridade e organização de informações.
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As decisões editoriais — em especial a decisão final sobre publicação — são sempre humanas, cabendo à equipe assegurar a integridade e a qualidade técnico-científica das publicações.
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A revista informa, de forma transparente, os usos de IA adotados em seus processos.
Referências: Guia de uso de ferramentas e recursos de IA (SciELO) · Critérios SciELO Brasil.






