The Phenomenological Psychodiagnosis and the (Re)constitution of the Self

Authors

  • Vera Engler Cury Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas)
  • Gisella Mouta Fadda Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) Membro da Sociedade Brasileira de Psicopatologia Fenômeno-Estrutural

DOI:

https://doi.org/10.37067/rpfc.v13i2.1189

Keywords:

Psicologia Clínica, Diagnóstico, Intervenção Clínica, Terapias Centradas na Pessoa, Fenomenologia

Abstract

People who seek psychological care intend to alleviate some of the psychological suffering they are going through. Lately, with the strength of social networks showing autobiographical accounts of adult autistic people, many people have been identified as wondering if they were autistic because of the intense suffering they have experienced throughout their lives. The diagnostic categorization of Autism Spectrum Disorder (ASD) has been discussed more consistently since the publication of the DSM-5 in 2013, when children's clinical conditions related to neurodevelopment were understood as a continuum. This opened a wide-ranging discussion about psychodiagnosis in adults. This paper aims to share the clinical experience of the first author in dialogical encounters with adults who suspected they were autistic and were looking for a diagnosis. The clinical investigation followed the phenomenological method, which values experiences as phenomena that can reveal the constitutive structure of the person, and the humanistic approach of relational encounters in which dialogicity is prioritized to approach the phenomenon under investigation. To this end, a process of comprehensive, collaborative and interventional psychological assessment was initiated to meet two main interests: the construction and refinement of clinical reasoning and the expansion of self-knowledge on the part of the person being assisted. In the clinical experience, there is the possibility of (re)constitution and (re)signification of the self beyond the diagnosis. More than offering a diagnosis, we hope to provide clinical psychological care that is ethically consistent with the uniqueness of  subjective experience.

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Published

2024-11-12 — Updated on 2025-03-12

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