O transtorno de personalidade borderline na Daseinsanalyse de Alice Holzhey-Kunz
DOI:
https://doi.org/10.37067/rpfc.v6i2.983Keywords:
Daseinsanalyse, Transtorno de Personalidade Borderline, PsicopatologiaAbstract
A primeira geração da Daseinsanalyse é conhecida. Inaugurada por Ludwig Binswanger, que assume a descrição da existência (Dasein) feita por Heidegger em Ser e tempo, para interpretar as psicopatologias como projetos de mundo, é desenvolvida por Medard Boss, com ajuda do próprio filósofo, nos Seminários de Zollikon. Este artigo objetiva apresentar reformulações propostas pela daseinsanalista suíça Alice Holzhey-Kunz (1943 – ), ex-aluna de Boss, que interpreta as psicopatologias como modos de “sofrer do próprio ser”, ou seja, modos nos quais o existir irrompe e revela-se a condição existencial. Ou seja, em experiências psicopatológicas, o entendimento ontológico do próprio ser (pré-inclusão ontológica), costumeiramente encoberto na ocupação, torna a existência cotidiana inviável, exigindo “manobras ônticas” – comportamentos e mecanismos que visam neutralizar caracteres ontológicos, de início fadados ao fracasso. Para melhor ilustrar, apresento e discuto a interpretação de Holzhey-Kunz para o Transtorno da Personalidade Borderline, recorrendo a um caso clínico.Downloads
Download data is not yet available.
Metrics
Metrics Loading ...
Downloads
Published
2017-10-17
Issue
Section
Article
License
The authors retain unrestricted copyright and must indicate the initial publication in this journal in case of any subsequent publication of their work.






