Coffee with Death
The dialogue between Logotherapy and the process of dying
DOI:
https://doi.org/10.37067/rpfc.v14i1.1205Keywords:
Logotherapy, death, clinical psychology, existential analysis, finitudeAbstract
Reflecting on death, in times that tend to avoid it, is an invitation to authenticity and to rediscover the meaning of life. This article proposes a reflection based on Logotherapy and Viktor Frankl's Existential Analysis, focusing on how this approach can offer resources for consciously facing the process of dying. Through qualitative, exploratory and bibliographic research, works by Frankl and contemporary authors who discuss the topic are analyzed. It is observed that the approach to finitude, when mediated by a logotherapeutic vision, can expand existential awareness and strengthen the experience of meaning even in the face of inevitable suffering. The proposal of Coffee with Death emerges as a symbolic and dialogical space, where it is possible to cultivate a more human and realistic relationship with one's own mortality, as an integral part of existence. It is concluded that Logotherapy offers valuable tools to accompany human beings in their final journey, promoting a rediscovery of the meaning of life until their last moment.
Downloads
Metrics
References
Aquino, L. G. F. (2015). Sentido de Vida e Finitude em Pacientes com Doenças Terminais. [Trabalho de Conclusão de Curso, Curso de Graduação em Psicologia da Universidade Estadual da Paraíba]. Disponível em: http://dspace.bc.uepb.edu.br/jspui/handle/123456789/8487
Aquino, T. A. A. (2013). Logoterapia e Análise Existencial. São Paulo. Paulus.
Aquino, T. A. A., & Chaves, A. K. D. L. (2021). Narrativas de vida de estudantes universitários: uma análise do sentido existencial por meio da autobiografia. Revista da Abordagem Gestáltica, 27(3), 252-266. Disponível em: https://doi.org/10.18065/2021v27n3.1 DOI: https://doi.org/10.18065/2021v27n3.1
Arantes, A. C. Q. (2016). A morte é um dia que vale a pena viver, e um excelente motivo para se buscar um novo olhar para a vida. (1ªed.). Rio de Janeiro. Casa da Palavra.
Clemente, E., & Kruger, R. R. (2016). Viktor Emil Frankl e a Logoterapia: sua história, conceitos e aplicações. Revista Acadêmica Online, 24(2), 209-244. Disponível em: https://www.academia.edu/87569217/Viktor_Frankl_e_a_Logoterapia DOI: https://doi.org/10.25188/FLT-VoxScript(eISSN2447-7443)vXXIV.n2.p209-244.EC.RRK
Costa, I. I., & Silva, E. A. (2010). O profissional de referência em Saúde Mental: das responsabilizações ao sofrimento psíquico. São Paulo. Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental. 13(4), 635-647. Disponível em: https://doi.org/10.51891/rease.v1i2.11003 DOI: https://doi.org/10.1590/S1415-47142010000400007
Costa, I. I., Ramos, T. T. C. (2018). Primeiras crises psíquicas graves: O que a Fenomenologia pode dizer. Estudos Contemporâneos da subjetividade, 8(2), 251-264. Disponível em: http://www.periodicoshumanas.uff.br/ecos/article/view/2837
Costa, I. I. (2024). Reflexões sobre as dimensões fenomenológicas do sofrimento humano. Brasília. No prelo.
Cruz, A. P., Gonçalvez, M., & Travassos, L. M. M. (2023). Logoterapia: uma abordagem psicoterapêutica e suas potencialidades. São Paulo. Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 1(2), 367-376. Disponível em: https://doi.org/10.51891/rease.v1i2.11003 DOI: https://doi.org/10.51891/rease.v1i2.11003
Dittrich, L. F., & Oliveira, M. F. L. (2019). Dimensão noética: as contribuições da logoterapia para a compreensão do ser humano. Santa Catarina. Revista Brasileira de Tecnologias Sociais, 6(2), 143-160. Disponível em: https://doi.org/10.14210/rbts.v6n2.p143-160 DOI: https://doi.org/10.14210/rbts.v6n2.p143-160
Elias, N. (2001). A solidão dos moribundos, seguido de envelhecer e morrer. Rio de Janeiro. Zahar. Disponível em: https://doi.org/10.20396/sss.v14i1.8638905 DOI: https://doi.org/10.20396/sss.v14i1.8638905
Fabry, J. (1990). Aplicações práticas da Logoterapia. São Paulo. ECE.
Frankl, V. E. (2008). Em busca do sentido - Um Psicólogo no campo de concentração. (35ªed.). Rio de Janeiro. Vozes.
Frankl, V. E. (2010). O que não está escrito nos meus livros. (1ªed.). São Paulo. É Realizações.
Frankl, V. E. (2015). O sofrimento de uma vida sem sentido: caminhos para encontrar a razão de viver. São Paulo. É Realizações.
Frankl, V. E. (2016). Teoria e terapia das neuroses: Introdução à Logoterapia e Análise Existencial. São Paulo. É Realizações.
Frankl, V. E. (2019a). O sofrimento humano: fundamentos antropológicos da psicoterapia. (1ª ed.). São Paulo. É Realizações.
Frankl, V. E. (2019b). Psicoterapia e sentido da vida. (7ª ed.). São Paulo. Quadrante.
Frankl, V. E. (2021). A Vontade de Sentido, fundamentos e aplicações da Logoterapia. São Paulo. Paulus.
Frankl, V. E. (2022). Sobre o sentido da vida. (56ªed.). Rio de Janeiro. Vozes.
Frankl, V. E. (2023). A presença ignorada de Deus. (25ªed.). Rio de Janeiro. Vozes.
Goto, T. A., Holanda, A. F., & Orengo, F. V. (2020). “Psicologia Fenomenológica” de Husserl - a (In)compreensão de Psicólogos Brasileiros: Um Estudo Empírico. Rio de Janeiro. Estudos e Pesquisas em Psicologia, 20(n.spe), 1066-1087. Disponível em: https://doi.org/10.12957/epp.2020.56651 DOI: https://doi.org/10.12957/epp.2020.56651
José, P. C. (2019). O testamento vital: direitos do paciente e os cuidados paliativos. Fronteiras Interdisciplinares do Direito, 1(1), 138-151. Disponível em: https://doi.org/10.23925/3333.2019v1i1a8 DOI: https://doi.org/10.23925/3333.2019v1i1a8
Junger, A. M. (2021). Logoterapia e espiritualidade: recursos noéticos para o discernimento vocacional em adolescentes jovens. Curitiba. Revista Científica Multidisciplinar, 1(1), e25429. Disponível em: https://doi.org/10.47820/recima21.v1i1.429 DOI: https://doi.org/10.47820/recima21.v1i1.429
Koenig, A. M., & Teixeira, L. A. S. (2022). Reflexões sobre a morte e o morrer. Cadernos Brasileiros de Terapia Ocupacional, 30, e3157. Disponível em: https://doi.org/10.1590/2526-8910.ctoEN242031571 DOI: https://doi.org/10.1590/2526-8910.ctoen242031571
Kovács, M. J. (1992). Morte e desenvolvimento humano. São Paulo. Casa do Psicólogo.
Kovács, M. J. (2014). A caminho da morte com dignidade no século XXI. Revista Bioética, 22(1), 94-104. Disponível em: https://revistabioetica.cfm.org.br/index.php/revista_bioetica/article/view/886 DOI: https://doi.org/10.1590/S1983-80422014000100011
Kroeff, P. (2014). Logoterapia e Existência: A importância do sentido da vida. Porto Alegre: Evangraf.
Kubler-Ross, E. (1969). Sobre a Morte e o Morrer. São Paulo. Martins Fontes. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1413-81232013000900033 DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-81232013000900033
Leoncio, A. (2021). Logoterapia e autotranscendência: cenários que permitem o protagonismo frente à própria existência. Belém. NUFEN: Phenomenology and Interdisciplinarity. 13(3), 23-34. Disponível em: https://pepsic.bvsalud.org/pdf/rnufen/v13n3/v13n3a04.pdf
Lukas, E. (1989). Logoterapia, a força desafiadora do espírito: Métodos da Logoterapia. São Paulo. Edições Loyola.
Mano, E. P. (2010). O Sofrimento Psíquico Grave no Contexto da Religião Protestante Pentecostal e Neopentecostal: Repercussões da Religião na Formação das Crises do Tipo Psicótica. [Dissertação de mestrado, em Psicologia Clínica e Cultura na Universidade de Brasília]. Disponível em: http://repositorio2.unb.br/jspui/handle/10482/8403?locale=pt_BR
Neto, V. B. L. (2013). Existência e Sentido: A Logoterapia como uma genuína psicoterapia fenomenológico-existencial. Ceará. Logos & Existência, 2(1), 2-15. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/le/article/view/15195
Pereira, I. S. (2013). A ética do sentido da vida: Fundamentos filosóficos da logoterapia. (1ªed.). São Paulo. Ideias Letras.
Prado, M. S. (2021) Logoart: meaning centered art therapy. Finlândia: Pystynen.
Rabuske, S. M. H., & Ratusznei, B. (2019). Logoarte: A arte e o sentido. Revista Acadêmica Online, 5(24). Retirado em 13 de Novembro de 2024. Disponível em: https://revista-academica-online.webnode.page/products/logoarte-a-arte-e-o-sentido/
Rodrigues, S. X. V. D. F. (2019). Espiritualidade e religiosidade nos cuidados paliativos: um olhar da logoterapia e análise existencial. [Tese de doutorado, em Psicologia Clínica na Universidade Católica de Pernambuco]. Disponível em: http://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/1256
Santos, H. P. (2015). A teoria da intencionalidade nas obras de Husserl e de Gurtwitsch: Entre fenomenologia transcendental e Psicologia da Gestalt. [Dissertação de mestrado, em Psicologia Clínica na Universidade Estadual Paulista]. Disponível em: http://hdl.handle.net/11449/139405
Scott, R. (Diretor). (2000). Gladiador [Filme]. Scottfilm. Disponível em Prime Video.
Soares, A. & Wong, B. (n.d). Mito da origem das estações. Recuperado de http://www.olimpvs.net/index.php/mitologia/a-origem-das-estacoes/
Stanghellini, G. (2012). Jaspers on “Primary” Delusions. Baltimore. Philosophy, Psychiatry and Psychology, 19(2), 87-89. Disponível em: https://api.semanticscholar.org/CorpusID:1425825499
Tourinho, C. D. C. (2013). A estrutura do noema e a dupla concepção do objeto intencional em Husserl. Porto Alegre. Veritas, 58(3), 482–498. Disponível em: https://doi.org/10.15448/1984-6746.2013.3.10798 DOI: https://doi.org/10.15448/1984-6746.2013.3.10798
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Letícia Stéfane Carneiro Gomes, Ileno Izídio da Costa

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
The authors retain unrestricted copyright and must indicate the initial publication in this journal in case of any subsequent publication of their work.






